NSRA das Encruzilhadas
Olho com olhos de sal o poço de azul
E o gosto de sangue ainda nos lábios
Quando de longe antevejo o que virá
Quem poderá me salvar, poderá me estancar
Se a fúria do rio já deságua entre os barcos
Longe do ponto onde o olho termina
Amor, não peça as horas para voltar atrás
Sem tempo de chorar
Deságua inebriada
A flor que raia deste coração
Amor, toda palavra falsa
E a língua natimorta
Se o que me nutre também me destruirá
Deixa eu fumar meu Derby em paz
Não quero nada de ninguém
Eu vou ficar aqui bebendo o mar e rindo
Deixa eu fumar meu Derby em paz
Não quero nada de vocês
Eu vou ficar aqui bebendo o mar e rindo
Deixa eu fumar, beber, cantar
Olho com olhos de sal o poço de azul
E o gosto de sangue ainda nos lábios
Quando de longe antevejo o que virá
Quem poderá me salvar, poderá me estancar
Se a fúria do rio já deságua entre os barcos
Longe do ponto onde o olho termina
Amor, não peça as horas para voltar atrás
Sem tempo de chorar
Deságua inebriada
A flor que raia deste coração
Amor, toda palavra falsa
E a língua natimorta
Se o que me nutre também me destruirá
Deixa eu fumar meu Derby em paz
Não quero nada de vocês
Eu vou ficar aqui bebendo o mar e rindo
Deixa eu fumar meu Derby em paz
Não quero nada de ninguém
Eu vou ficar aqui bebendo o mar e rindo
Deixa eu fumar, beber, cantar
A beira do apocalipse ascenderá
Suprema, sobre esse baile de máscaras
Suprema, sobre esse baile de máscaras
Suprema, sobre esse baile de máscaras
Suprema, sobre esse baile de máscaras
Suprema, sobre esse baile de máscaras
NSRA de las Encrucijadas
Miro con ojos de sal el pozo azul
Y el sabor de sangre aún en los labios
Cuando desde lejos vislumbro lo que vendrá
¿Quién podrá salvarme, podrá detenerme?
Si la furia del río ya desemboca entre los barcos
Lejos del punto donde el ojo termina
Amor, no pidas que las horas retrocedan
Sin tiempo para llorar
Se desborda embriagada
La flor que brota de este corazón
Amor, toda palabra falsa
Y la lengua sin vida
Si lo que me nutre también me destruirá
Déjame fumar mi Derby en paz
No quiero nada de nadie
Me quedaré aquí bebiendo el mar y riendo
Déjame fumar mi Derby en paz
No quiero nada de ustedes
Me quedaré aquí bebiendo el mar y riendo
Déjame fumar, beber, cantar
Miro con ojos de sal el pozo azul
Y el sabor de sangre aún en los labios
Cuando desde lejos vislumbro lo que vendrá
¿Quién podrá salvarme, podrá detenerme?
Si la furia del río ya desemboca entre los barcos
Lejos del punto donde el ojo termina
Amor, no pidas que las horas retrocedan
Sin tiempo para llorar
Se desborda embriagada
La flor que brota de este corazón
Amor, toda palabra falsa
Y la lengua sin vida
Si lo que me nutre también me destruirá
Déjame fumar mi Derby en paz
No quiero nada de ustedes
Me quedaré aquí bebiendo el mar y riendo
Déjame fumar mi Derby en paz
No quiero nada de nadie
Me quedaré aquí bebiendo el mar y riendo
Déjame fumar, beber, cantar
Al borde del apocalipsis ascenderá
Suprema, sobre este baile de máscaras
Suprema, sobre este baile de máscaras
Suprema, sobre este baile de máscaras
Suprema, sobre este baile de máscaras
Suprema, sobre este baile de máscaras
Escrita por: Filipe Catto