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Olinda

Jojoca

Olinda

Da minha casa para o Samsara
Das paradas pras ladeiras do Carmo
Dos 2,15 gastado
6,50 era pra carteira de cigarro
Das 5 horas até as 11
Não tem lugar onde a alegria se esconde
O frevo triste para os ouvidos acostumados
Um traço de cinza no próximo aprendizado

Das visões do alto se contentava
A alegria dos parceiros era andar pela calçada
Até a carne não dizer que não era o que pensava

Pra onde eu vou
Não tem lugar pra dois
Pra dois...

Pra onde eu vou
Não tem lugar pra dois
Pra dois...

Do Farol para olhar o Céu
Que não lhe deixa ver

Do Farol para olhar o Céu
Onde o máximo que se pode ser

Do Farol para olhar o Céu
Que está julgando você

Do Farol para olhar o Céu
Que lhe impõe a ser

Olinda

De mi casa al Samsara
De las paradas a las cuestas del Carmo
De los 2,15 gastados
6,50 era para la billetera de cigarrillos
De las 5 horas hasta las 11
No hay lugar donde la alegría se esconde
El frevo triste para los oídos acostumbrados
Una pizca de ceniza en el próximo aprendizaje

De las visiones desde lo alto se conformaba
La alegría de los compañeros era caminar por la acera
Hasta que la carne no diga que no era lo que pensaba

A dónde voy
No hay lugar para dos
Para dos...

A dónde voy
No hay lugar para dos
Para dos...

Del Farol para mirar el Cielo
Que no te deja ver

Del Farol para mirar el Cielo
Donde lo máximo que se puede ser

Del Farol para mirar el Cielo
Que te está juzgando

Del Farol para mirar el Cielo
Que te impone ser

Escrita por: Jojoca