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n° 365

Jonabug

n° 365

Não ouço mais o ranger da sua porta
É incrível como cada parte de você está apodrecendo
É como se o seu solo envenenado te puxasse para baixo
É como se a natureza te implorasse para desaparecer

Mais
Não sobrou nada mais
Não sobrou nada mais
Não sobrou nada mais

As marcas que eu deixei não existem mais
Você nunca foi meu lar mas foi com você que eu aprendi a me refugiar
Você me protegeu da chuva mas mesmo assim eu me molhei
Você me protegeu do Sol mas mesmo assim eu me queimei

Mais
Não sobrou nada mais
Não sobrou nada mais
Não sobrou nada mais

n° 365

Ya no escucho más el chirrido de tu puerta
Es increíble cómo cada parte de ti se está pudriendo
Es como si tu suelo envenenado te arrastrara hacia abajo
Es como si la naturaleza te suplicara que desaparezcas

Más
No quedó nada más
No quedó nada más
No quedó nada más

Las marcas que dejé ya no existen
Nunca fuiste mi hogar, pero contigo aprendí a refugiarme
Me protegiste de la lluvia, pero aun así me mojé
Me protegiste del sol, pero aun así me quemé

Más
No quedó nada más
No quedó nada más
No quedó nada más

Escrita por: Marília Jonas, Dennao, Samuel Berardo