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Malhechor

Jonas Vilar

Malfeitor

Ouço uma multidão
Reclamando ao governador
Clamando condenação sem amor
No coração, por um homem inosente
Então me aproximei
Querendo ver quem era o réu

Eu vi uma face meiga
No olhar que vem dos céus
Parado alí sem reagir
Humilhado e açoitado pela multidão

Eu quem deveria ser
Levado pelo açoites
Sofrendo humilhações
Eu quem deveria está
Levando aquela cruz

Pra minha própria crucificação
Todos gritam meu nome
Pra soltar e prender outro homem
Era grande o tumulto em meio à multidão

Era pra ser minha hora
Ele veio e mudou minha história
Morreu em uma cruz em meu favor

Eu quem deveria ser
Levado pelo açoites
Sofrendo humilhações
Eu quem deveria está
Levando aquela cruz

Pra minha própria crucificação
Todos gritam meu nome
Pra soltar e prender outro homem
Era grande o tumulto em meio à multidão

Era pra ser minha hora
Ele veio e mudou minha história
Morreu em uma cruz em meu favor

Malhechor

Escucho a una multitud
Queja al gobernador
Clamando condena sin amor
En el corazón, por un hombre inocente
Entonces me acerqué
Queriendo ver quién era el acusado

Vi un rostro dulce
En la mirada que viene del cielo
Parado allí sin reaccionar
Humillado y azotado por la multitud

Debería ser yo
Llevando los azotes
Sufriendo humillaciones
Debería estar yo
Llevando esa cruz

Para mi propia crucifixión
Todos gritan mi nombre
Para soltar y arrestar a otro hombre
Era grande el tumulto en medio de la multitud

Debería ser mi hora
Él vino y cambió mi historia
Murió en una cruz a mi favor

Debería ser yo
Llevando los azotes
Sufriendo humillaciones
Debería estar yo
Llevando esa cruz

Para mi propia crucifixión
Todos gritan mi nombre
Para soltar y arrestar a otro hombre
Era grande el tumulto en medio de la multitud

Debería ser mi hora
Él vino y cambió mi historia
Murió en una cruz a mi favor

Escrita por: Adriano Barreto, Denner de Souza