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Truenos

Jônatas Pereira

Trovões

Trovoes me assustam
Eu te prometo
Não vou mais fugir
Clarões, na escuridão
Lembrando tudo o que és pra mim

Luz do mundo
O meu obscuro faz me ver
Quão errante
Miserável ser
Não me deixe cair
Não me deixe morrer
A não ser pra mim mesmo

Não quero te perder
Se for tua vontade
Quebrar me refazer
Tornar-me pescador
De outros como eu
Amém

Perdão, que peço
Em cada oração no amanhecer
Pois sei, que não mereço
Tua graça é o bastante pra viver

Luz do mundo
Faz-me ver que indigno sou
Tão errante
Miserável pecador
Não me deixe cair
Não me deixe morrer
A não ser pra mim mesmo

Não quero te perder
Se for tua vontade
Quebrar me refazer
Tornar-me pescador
De outros como eu
Amém

Truenos

Los truenos me asustan
Te lo prometo
No huiré más
Destellos, en la oscuridad
Recordando todo lo que eres para mí

Luz del mundo
Mi oscuridad me hace ver
Qué errante
Miserable ser
No me dejes caer
No me dejes morir
A menos que sea por mí mismo

No quiero perderte
Si es tu voluntad
Romperme y rehacerme
Convertirme en pescador
De otros como yo
Amén

Perdón, que pido
En cada oración al amanecer
Porque sé que no lo merezco
Tu gracia es suficiente para vivir

Luz del mundo
Hazme ver lo indigno que soy
Tan errante
Miserable pecador
No me dejes caer
No me dejes morir
A menos que sea por mí mismo

No quiero perderte
Si es tu voluntad
Romperme y rehacerme
Convertirme en pescador
De otros como yo
Amén

Escrita por: Jean Batista