Literatura Suja
Tá no meu dna, mandei trazer o mic
Forjado, bandido estéreo, quente, o morno sumiu rapaz
Não domesticado, sem pega leve no beat
To envolvido tipo c4 uma lenda um mito, vish
Minhas idéias, up, pra quem achava que não
Minha cara no stream clip levou a multidão
Ao plano real porque saber é virtude em
No meu carregador tem alma, calma, e bala também
Cartas, jogo da vida, platéia show e arte
De livre arte, também medida em quilowatts
Eu sou seu principal delito, ilegal, porém
Eu solto o cinto de lastro, subo fast antes do além
O que a rua te oferece cê aceita
Tipo ordem secreta e sua ceita
Um tumor maligno é segue terrorista
Que ta dentro do seu peito esfumaçando a sua vista
Ovelha negra do rap, e a literatura suja
Você não tem idade ainda mais da like em vagabunda
Das treva pra iluminar, da paz direto pra guerra
Mentalidade suicida, essa é nova era
Frio de são paulo, capital, mais não é fácil dr
Faze olho de tigre com delineador
Tomei a pilula vermelha, agora é compromisso
Como uma flecha que vara seu subconsciente misto
Bloco de ratos de rua, conexão mais que ilusória
Os homens nascem pra morrer, eu deixo a minha história
Uma batida nervosa nessa rua noturna um músico
Que não encontrou graça em ter que morre lúcido
Literatura Sucia
Está en mi ADN, mandé traer el micrófono
Forjado, bandido estéreo, caliente, lo tibio desapareció, chico
Sin domesticar, sin suavizar en el ritmo
Estoy involucrado como C4, una leyenda, un mito, vaya
Mis ideas, arriba, para aquellos que pensaban que no
Mi cara en el videoclip en streaming llevó a la multitud
Al plano real porque saber es virtud
En mi cargador hay alma, calma, y también balas
Cartas, juego de la vida, audiencia, espectáculo y arte
Arte libre, también medida en kilovatios
Soy tu principal delito, ilegal, sin embargo
Suelto el cinturón de lastre, subo rápido antes del más allá
Lo que la calle te ofrece, tú aceptas
Como una orden secreta y su secta
Un tumor maligno que sigue siendo terrorista
Que está dentro de tu pecho empañando tu vista
La oveja negra del rap, y la literatura sucia
No tienes edad todavía, pero le das like a las vagabundas
De las sombras para iluminar, de la paz directo a la guerra
Mentalidad suicida, esta es la nueva era
El frío de São Paulo, capital, pero no es fácil, doctor
Haciendo ojos de tigre con delineador
Tomé la píldora roja, ahora es compromiso
Como una flecha que atraviesa tu subconsciente mixto
Banda de ratas de calle, conexión más que ilusoria
Los hombres nacen para morir, dejo mi historia
Un ritmo nervioso en esta calle nocturna, un músico
Que no encontró gracia en tener que morir lúcido