Miudezas
Não me incomoda as miudezas
E os melindres são defesas
Que eu já não preciso mais
Já não me importo com os desvios
Com os agoras que eu adio
Os deslizes da minha voz
Penso sempre há lobo entre as ovelhas
O destino não tece as nossas teias
É o acaso quem constroe
Desconheço, o que é imprevisível
Penso que não é inconcebível
Amansar o que é feroz
Não me satisfaço com metades
E tudo tão mentira e tão verdade
Quando eu desamarro os nos
Sempre me escondo bem no meio
Acelero, sigo e depois freio
Quando está chegando o caís
Detalles
No me molestan las pequeñeces
Y los melindres son defensas
Que ya no necesito más
Ya no me importan los desvíos
Con los ahoras que pospongo
Los deslices de mi voz
Siempre pienso que hay lobos entre las ovejas
El destino no teje nuestras telarañas
Es el azar quien construye
Desconozco lo imprevisible
Pienso que no es inconcebible
Domar lo que es feroz
No me conformo con medias verdades
Y todo es tan mentira y tan verdad
Cuando desato los nudos
Siempre me escondo en medio
Acelero, sigo y luego freno
Cuando está llegando el muelle
Escrita por: Jorge Bodhar e Patrick Monerat