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Ya no te libero

Jorge de Altinho

Não Lhe Solto Mais

Morena não faça isso
Deixe desse rebuliço
Não mexa comigo não, viu
Quero respeito comigo
Já cortaram meu umbigo
Não sou mais menino não, viu

Eu sou duro, sou maduro
E também muito seguro
Ainda posso dar no couro
Você vai gostar
Vai se apaixonar
Vai cair no choro

Aí o couro come
E pra mostrar que sou é home
Como é que um home faz
Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Depois não adianta você gemer
Você gemer, você chorar
A gente bebe água
Quando sente sede
O cabelo se assanha
Quando o vento dá

Olha morena esse teu cheiro
Se juntar com meu tempero
Vai ser bom demais
Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Morena não faça isso
Deixe desse rebuliço
Não mexa comigo não, viu
Quero respeito comigo
Já cortaram meu umbigo
Não sou mais menino não, viu

Eu sou duro, sou maduro
E também muito seguro
Ainda pode dar no couro
E eu vou gostar
Vou me apaixonar
Vou cair no choro

Aí o couro come
E pra mostrar que sou é home
Como é que um home faz
Dá uma rasteira
Me castiga na esteira
Não me solta mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Depois não adianta você gemer
Você gemer, você chorar
A gente bebe água
Quando sente sede
Cabelo se assanha
Quando o vento dá

Olha morena esse teu cheiro
Se juntar com meu tempero
Vai ser bom demais
Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Morena não faça isso
Deixe desse rebuliço
Não mexa comigo não, viu
Quero respeito comigo
Já cortaram meu umbigo
Não sou mais menino não, viu

Eu sou duro, sou maduro
E também muito seguro
Ainda posso dar no couro
Você vai gostar
Vai se apaixonar
Vai cair no choro

Aí o couro come
E pra mostrar que sou é home
Como é que um home faz
Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Depois não adianta você gemer
Você gemer, você chorar
A gente bebe água
Quando sente sede
O cabelo se assanha
Quando o vento dá

Olha morena esse teu cheiro
Se juntar com meu tempero
Vai ser bom demais
Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Dou-lhe uma rasteira
Lhe castigo na esteira
Não lhe solto mais

Ya no te libero

Morena no hagas eso
Detén este alboroto
No te metas conmigo, mira
quiero respeto por mi
Ya me cortaron el ombligo
Ya no soy un niño, ¿ves?

Soy duro, soy maduro
Y también muy seguro
Todavía puedo dárselo al cuero
te gustará
te enamoraras
Estallarás en lágrimas

Entonces el cuero se come
Y para demostrar que soy un hombre
¿Cómo lo hace un hombre?
le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Entonces no tiene sentido quejarse
Tu gimes, lloras
bebemos agua
Cuando tienes sed
El cabello se enreda
cuando el viento da

Mira morena ese olor tuyo
Únete con mi especia
será demasiado bueno
le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Morena no hagas eso
Detén este alboroto
No te metas conmigo, mira
quiero respeto por mi
Ya me cortaron el ombligo
Ya no soy un niño, ¿ves?

Soy duro, soy maduro
Y también muy seguro
Todavía puede dañar el cuero
y me gustará
me enamorare
voy a romper a llorar

Entonces el cuero se come
Y para demostrar que soy un hombre
¿Cómo lo hace un hombre?
hacer un viaje
Castígame en la caminadora
No me dejes ir más

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Entonces no tiene sentido quejarse
Tu gimes, lloras
bebemos agua
Cuando tienes sed
El cabello se enreda
cuando el viento da

Mira morena ese olor tuyo
Únete con mi especia
será demasiado bueno
le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Morena no hagas eso
Detén este alboroto
No te metas conmigo, mira
quiero respeto por mi
Ya me cortaron el ombligo
Ya no soy un niño, ¿ves?

Soy duro, soy maduro
Y también muy seguro
Todavía puedo dárselo al cuero
te gustará
te enamoraras
Estallarás en lágrimas

Entonces el cuero se come
Y para demostrar que soy un hombre
¿Cómo lo hace un hombre?
le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Entonces no tiene sentido quejarse
Tu gimes, lloras
bebemos agua
Cuando tienes sed
El cabello se enreda
cuando el viento da

Mira, morena, ese olor tuyo
Únete con mi especia
será demasiado bueno
le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

le doy una patada
lo castigo en la colchoneta
ya no te dejaré ir

Escrita por: Cecéu