Durão
Não adianta querer me broquear
Porque sou de rocha
E comigo não há quem possa
Quando a maré não está pra peixe
Eu nado de costas
Não adianta querer me enganar
Que pode dar rolo
Quando alguém vai buscar o trigo
Já está pronto o meu bolo
Não queira me enrolar
Senão o caldo vai entornar
Sou um cara bom de ouro
Mais se me irritar, desço o pau no couro
Desço o pau no couro
Não sou de aliviar
O que que há, o que que há
Não dou moleza boto pra quebrar
Já vi muitas coisas na vida
Nunca sonhei com nenhuma
Então minha querida
Me larga ou me assuma
Durão
No sirve de nada intentar bloquearme
Porque soy de roca
Y conmigo no hay quien pueda
Cuando la marea no está para peces
Yo nado de espaldas
No sirve de nada intentar engañarme
Que puede complicarse
Cuando alguien va a buscar el trigo
Mi pastel ya está listo
No intentes marearme
Sino se va a armar la gorda
Soy un tipo de oro
Pero si me irritas, te doy con el cuero
Te doy con el cuero
No soy de suavizar
¿Qué pasa, qué pasa?
No doy tregua, voy a lo bravo
He visto muchas cosas en la vida
Nunca soñé con ninguna
Así que, mi querida
Déjame o asúmeme
Escrita por: Jorge Gomes Poeta