Nu
Nu estou diante de Ti
Sem uma concha pra me esconder
E o que existe feio em mim
Que seja capaz de Te repelir?
Que seja capaz de Te impedir
De se aproximar e se aproximando
Você toca em minha carne viva
Você toca em minha ferida
Nu estou diante de Ti
Sem uma concha pra me esconder
E o que existe feio em mim
Que seja capaz de Te repelir?
Que seja capaz de Te impedir
De se aproximar e se aproximando
Você toca em minha carne viva
Você toca em minha ferida
Os Teus olhos me desnudam
Minhas entranhas expostas
Minhas vísceras em Suas mãos
Dissecado estou
Na palma de Suas mãos
Me conheces tão bem
Que chego a ser refém de Sua opinião
Os Teus olhos me desnudam
Minhas entranhas expostas
Minhas vísceras em Suas mãos
Dissecado estou
Na palma de Suas mãos
Me conheces tão bem
Que chego a ser refém de Sua opinião
Uh, uh, uh, uh
Uh, uh, uh, uh
Me conheces tão bem
Que chego a ser refém de Sua opinião
Desnudo
Desnudo estoy frente a Ti
Sin una concha para esconderme
Y lo que hay de feo en mí
¿Que pueda hacer que Te alejes?
¿Que pueda hacer que Te impida
Acercarte y acercándote
Tocas mi carne viva
Tocas mi herida
Desnudo estoy frente a Ti
Sin una concha para esconderme
Y lo que hay de feo en mí
¿Que pueda hacer que Te alejes?
¿Que pueda hacer que Te impida
Acercarte y acercándote
Tocas mi carne viva
Tocas mi herida
Tus ojos me desnudan
Mis entrañas expuestas
Mis vísceras en Tus manos
Disecado estoy
En la palma de Tus manos
Me conoces tan bien
Que llego a ser rehén de Tu opinión
Tus ojos me desnudan
Mis entrañas expuestas
Mis vísceras en Tus manos
Disecado estoy
En la palma de Tus manos
Me conoces tan bien
Que llego a ser rehén de Tu opinión
Uh, uh, uh, uh
Uh, uh, uh, uh
Me conoces tan bien
Que llego a ser rehén de Tu opinión