Quando Sopra o Minuano
Minuano tá soprando
Assobiando nesta noite
Troperiando seus fantasmas
Troperiando
E as almas vão passando
Cavalgando redomões
Fantasmas do passado
No tropel das tradições
Levanta gaúcho
Todos precisam andar
Minuano tá chamando
O Rio Grande precisa escutar
Venham comigo voar com o minuano
Na galopada dessas almas pêlo duro
Neste tropel em que se unem gerações
Onde as velhas tradições dão o rumo do futuro
E o minuano vai correndo doidamente
E o próprio frio aquece o coração da gente
E o coração todo se abre e se expande
Pra que entre em nosso sangue
O próprio sangue do Rio Grande
Wanneer de Minuano Waait
Minuano waait nu
Fluitend deze nacht
Jachtend op zijn spoken
Jachtend
En de zielen trekken voorbij
Rijdend op rode rozen
Spoken uit het verleden
In de dender van tradities
Kom op, gaúcho
Iedereen moet verder
Minuano roept ons
Rio Grande moet luisteren
Kom met mij vliegen met de minuano
In de ren van deze ruige zielen
In dit denderend ritme maken generaties verbinding
Waar oude tradities de koers van de toekomst bepalen
En de minuano raast dollemoedig verder
En de kou verwarmt ons hart
En ons hart gaat open en wijkt
Zodat het bloed stroomt
Het echte bloed van Rio Grande
Escrita por: Barbosa Lessa