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Adiós Bragança

José Mendes

Adeus Bragança

Xote

Adeus Bragança,
Adeus cidade que eu conheci
Adeus Bragança,
Adeus cidade que eu conheci
Eu vou embora, mas eu vou chorando
por que não sei quando volto por aqui
Eu vou embora, mas eu vou chorando
por que não sei quando volto por aqui.

Vendi meu louro, meu cachorro caçador,
Meu cavalo corredor que era minha inspiração
Meu deu a louca, vendi toda a minha roupa
Por causa desta cabocla abandonei o meu torrão.

Mulher ingrata foi a Margarida
Arruinou a minha vida e me descontrolou
Mulher ingrata foi a Margarida
Arruinou a minha vida e me descontrolou
O castigo tarda, mas não falha
Com a mesma moeda ela já pagou.
O castigo tarda, mas não falha
Com a mesma moeda ela já pagou.

Vendeu seu rádio, o colar e a pulseira
Já fez tanta besteira que dá pena a gente ver
Hoje cedinho recebi seu telegrama
Dizendo que ainda me ama que pena não vou querer.

Adiós Bragança

Xote

Adiós Bragança,
Adiós ciudad que conocí
Adiós Bragança,
Adiós ciudad que conocí
Me voy, pero lloro
porque no sé cuándo volveré por aquí
Me voy, pero lloro
porque no sé cuándo volveré por aquí.

Vendí mi caballo, mi perro cazador,
Mi caballo corredor que era mi inspiración
Me volví loco, vendí toda mi ropa
Por culpa de esta mujer abandoné mi tierra.

Mujer ingrata fue Margarida
Arruinó mi vida y me descontroló
Mujer ingrata fue Margarida
Arruinó mi vida y me descontroló
El castigo tarda, pero no falla
Con la misma moneda ella ya pagó.
El castigo tarda, pero no falla
Con la misma moneda ella ya pagó.

Vendió su radio, el collar y la pulsera
Ya hizo tantas tonterías que da pena ver
Hoy temprano recibí tu telegrama
Diciendo que aún me amas, qué pena no lo querré.

Escrita por: Gerardo Nunes / Oscar H. Barbosa