395px

Qué nostalgia de tu abrazo

Jucá

Que Saudade do Seu Abraço

Alguém me diz o que é que eu faço
Pra expulsar esse aperto do meu peito em vão
Ai que saudade do abraço
Que alivia todo o estresse desse mundão

Ela só foi ali no mercado
Comprar arroz, a mistura e o feijão
E eu esqueci de avisar que ela
Me traz a paz de uma canção

De todos os romances que eu escrevi pra ela
Nenhum nunca foi capaz
De descrever as curvas dela, que mina tagarela
Sorri, me anima na certa

De todos os romances que eu escrevi pra ela
Nenhum nunca foi capaz
De descrever as curvas dela, que mina tagarela
Sorri, me anima na certa

Alguém me diz o que é que eu faço
Pra expulsar esse aperto do meu peito em vão
Ai que saudade do abraço
Que alivia todo o estresse desse mundão

Ela só foi ali no mercado
Comprar arroz, a mistura e o feijão
E eu esqueci de avisar que ela
Me traz a paz de uma canção

De todos os romances que eu escrevi pra ela
Nenhum nunca foi capaz
De descrever as curvas dela, que mina tagarela
Sorri, me anima na certa

De todos os romances que eu escrevi pra ela
Nenhum nunca foi capaz
De descrever as curvas dela, que mina tagarela
Sorri, me anima na certa

Qué nostalgia de tu abrazo

Alguien que me diga qué debo hacer
Para expulsar esta opresión de mi pecho en vano
Ay, qué nostalgia de tu abrazo
Que alivia todo el estrés de este mundanal

Ella solo fue al mercado
A comprar arroz, la mezcla y los frijoles
Y olvidé avisarle que ella
Me trae la paz de una canción

De todos los romances que le escribí
Ninguno fue capaz
De describir sus curvas, esa chica parlanchina
Sonríe, me anima seguro

De todos los romances que le escribí
Ninguno fue capaz
De describir sus curvas, esa chica parlanchina
Sonríe, me anima seguro

Alguien que me diga qué debo hacer
Para expulsar esta opresión de mi pecho en vano
Ay, qué nostalgia de tu abrazo
Que alivia todo el estrés de este mundanal

Ella solo fue al mercado
A comprar arroz, la mezcla y los frijoles
Y olvidé avisarle que ella
Me trae la paz de una canción

De todos los romances que le escribí
Ninguno fue capaz
De describir sus curvas, esa chica parlanchina
Sonríe, me anima seguro

De todos los romances que le escribí
Ninguno fue capaz
De describir sus curvas, esa chica parlanchina
Sonríe, me anima seguro

Escrita por: Juca