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Punkt des Schlawiners (Zé Pilintra) - Morgengrauen

Juliana D Passos

Ponto de Malandro (Zé Pilintra) - Madrugada

Ó Lapa, que assistiu minhas tristezas
Ó Lapa, que viu os meus dias de glória
Quando eu andava muito bem acompanhado
De terno de seda e cachecol jogado pro lado

Com meu baralho, pronto para cartear
Fiz da madrugada minha musa, meu altar

Rondava os bares toda noite, sem parar
Mas certa noite, sob a luz do luar
Meu amigo, atingido, fui ao chão
E com certeza atingiram meu coração

Não foi polícia, nem otário, não foi nada
Zé Pilintra foi ao chão por amor à madrugada
Mas o que foi? Qual foi o caso? Não foi nada
A mulher que eu amava se chamava madrugada

Ó Lapa, que assistiu minhas tristezas
Ó Lapa, que viu os meus dias de glória
Quando eu andava muito bem acompanhado
De terno de seda e cachecol jogado pro lado

Com meu baralho, pronto para cartear
Fiz da madrugada minha musa, meu altar

Rondava os bares toda noite, sem parar
Mas certa noite, sob a luz do luar
Meu amigo, atingido, fui ao chão
E com certeza atingiram meu coração

Não foi polícia, nem otário, não foi nada
Zé Pilintra foi ao chão por amor à madrugada
Mas o que foi? Qual foi o caso? Não foi nada
A mulher que eu amava se chamava madrugada

Salve, seu Zé Pilintra

Punkt des Schlawiners (Zé Pilintra) - Morgengrauen

Oh Lapa, die meine Traurigkeiten sah
Oh Lapa, die meine glorreichen Tage sah
Als ich gut begleitet unterwegs war
In einem Seidenanzug und dem Schal lässig zur Seite

Mit meinem Kartenspiel, bereit zum Zocken
Machte ich die Morgendämmerung zu meiner Muse, meinem Altar

Ich streifte jede Nacht durch die Bars, ohne Halt
Doch eines Nachts, im Licht des Mondscheins
Mein Freund, getroffen, fiel ich zu Boden
Und mit Sicherheit trafen sie mein Herz

Es war nicht die Polizei, kein Trottel, nichts dergleichen
Zé Pilintra fiel für die Liebe zur Morgendämmerung
Aber was war es? Was war der Fall? Nichts dergleichen
Die Frau, die ich liebte, hieß Morgendämmerung

Oh Lapa, die meine Traurigkeiten sah
Oh Lapa, die meine glorreichen Tage sah
Als ich gut begleitet unterwegs war
In einem Seidenanzug und dem Schal lässig zur Seite

Mit meinem Kartenspiel, bereit zum Zocken
Machte ich die Morgendämmerung zu meiner Muse, meinem Altar

Ich streifte jede Nacht durch die Bars, ohne Halt
Doch eines Nachts, im Licht des Mondscheins
Mein Freund, getroffen, fiel ich zu Boden
Und mit Sicherheit trafen sie mein Herz

Es war nicht die Polizei, kein Trottel, nichts dergleichen
Zé Pilintra fiel für die Liebe zur Morgendämmerung
Aber was war es? Was war der Fall? Nichts dergleichen
Die Frau, die ich liebte, hieß Morgendämmerung

Heil dir, Zé Pilintra

Escrita por: Simone de Eulina