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Punto de Preto Velho - Banquito

Juliana D Passos

Ponto de Preto Velho - Banquinho

Sentado num banquinho eu vi
Um Preto Velho chorando
Sentado num banquinho eu vi
Um Preto Velho chorando

Ele chorava
Pelos filhos do terreiro
Que só procuram a Umbanda
Quando estão em desespero

Ele chorava
Pelos filhos do terreiro
Que só procuram a Umbanda
Quando estão em desespero

Preto Velho reza
Preto Velho faz mironga
Vence a demanda dos filhos
E segura a sua banda

Os filhos fazem
Sem nada dizer
E o mais velho fica pensando
No que possa acontecer

Preto Velho lembra
Do tempo do cativeiro
Preto Velho chora
Pelos filhos do terreiro

Preto Velho lembra
Do tempo do cativeiro
Preto Velho chora
Pelos filhos do terreiro

Preto Velho reza
Preto Velho faz mironga
Vence a demanda dos filhos
E segura a sua banda

Os filhos fazem
Sem nada dizer
E o mais velho fica pensando
No que possa acontecer

Preto Velho lembra
Do tempo do cativeiro
Preto Velho chora
Pelos filhos do terreiro

Preto Velho lembra
Do tempo do cativeiro
Preto Velho chora
Pelos filhos do terreiro

Sentado num banquinho eu vi
Um Preto Velho chorando
Sentado num banquinho eu vi
Um Preto Velho chorando

Ele chorava
Pelos filhos do terreiro
Que só procuram a Umbanda
Quando estão em desespero

Punto de Preto Velho - Banquito

Sentado en un banquito vi
A un Preto Velho llorando
Sentado en un banquito vi
A un Preto Velho llorando

Él lloraba
Por los hijos del terreiro
Que solo buscan la Umbanda
Cuando están desesperados

Él lloraba
Por los hijos del terreiro
Que solo buscan la Umbanda
Cuando están desesperados

Preto Velho reza
Preto Velho hace mironga
Vence la demanda de los hijos
Y sostiene su banda

Los hijos actúan
Sin decir nada
Y el más viejo se queda pensando
En lo que pueda suceder

Preto Velho recuerda
Del tiempo del cautiverio
Preto Velho llora
Por los hijos del terreiro

Preto Velho recuerda
Del tiempo del cautiverio
Preto Velho llora
Por los hijos del terreiro

Preto Velho reza
Preto Velho hace mironga
Vence la demanda de los hijos
Y sostiene su banda

Los hijos actúan
Sin decir nada
Y el más viejo se queda pensando
En lo que pueda suceder

Preto Velho recuerda
Del tiempo del cautiverio
Preto Velho llora
Por los hijos del terreiro

Preto Velho recuerda
Del tiempo del cautiverio
Preto Velho llora
Por los hijos del terreiro

Sentado en un banquito vi
A un Preto Velho llorando
Sentado en un banquito vi
A un Preto Velho llorando

Él lloraba
Por los hijos del terreiro
Que solo buscan la Umbanda
Cuando están desesperados

Escrita por: Simone da Eulina