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Desoriente

Juliana Kehl

Desoriente

Amo desordenadamente, amo sem horizonte
Amo delírio delinquente
A mente tamborila vaga, vaga enquanto sente
Descabelada, emaranhada em um nó solto, fluente

Mas só em um mundo de anseio
Sem rumo, cheio de nada, cheio
É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente

É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente

Amo desordenadamente, amo sem horizonte
Amo delírio delinquente
A mente tamborila vaga, vaga enquanto sente
Descabelada, emaranhada em um nó solto, fluente

Mas só em um mundo de anseio
Sem rumo, cheio de nada, cheio
É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente

É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente
É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente

É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente
É que eu sei onde é meu sul
Onde é o meu poente

Desoriente

Amo desordenadamente, amo sin horizonte
Amo delirio delincuente
La mente tamborilea vaga, vaga mientras siente
Despeinada, enredada en un nudo suelto, fluido

Pero solo en un mundo de anhelo
Sin rumbo, lleno de nada, lleno
Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente

Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente

Amo desordenadamente, amo sin horizonte
Amo delirio delincuente
La mente tamborilea vaga, vaga mientras siente
Despeinada, enredada en un nudo suelto, fluido

Pero solo en un mundo de anhelo
Sin rumbo, lleno de nada, lleno
Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente

Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente
Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente

Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente
Es cuando sé dónde está mi sur
Dónde está mi poniente

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