Caminhada
Que o asfalto me traduza
Numa eterna sensibilidade
E que o vento me seduza
E me sele com a liberdade
Que as faixas amarelas
Que me cruzam por debaixo
Sejam a linha direta
Pra esse meu destino mágico
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Que em cada curva triste
Eu me perca na ilusão
E conserte com meus braços
O meu próprio coração
E que o meu retrovisor
Seja o meu próprio passado
E se vá como foi ontem
Que seja sempre bem lembrado
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Que o meu itinerário
Seja a linha do horizonte
Nem que eu pare só pra descansar
Quero forças pra ir em frente
Eu vou, eu voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Eu vou, eu vou voar
Eu vou, não quero parar
Caminata
Que el asfalto me traduzca
En una eterna sensibilidad
Y que el viento me seduzca
Y me selle con la libertad
Que las líneas amarillas
Que me cruzan por debajo
Sean la línea directa
Para este mi destino mágico
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Que en cada curva triste
Me pierda en la ilusión
Y repare con mis brazos
Mi propio corazón
Y que mi retrovisor
Sea mi propio pasado
Y se vaya como fue ayer
Que sea siempre bien recordado
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Que mi itinerario
Sea la línea del horizonte
Aunque pare solo para descansar
Quiero fuerzas para seguir adelante
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Voy, voy a volar
Voy, no quiero parar
Escrita por: Juliana Kosso