Vodka (Feat. Otto)
Talvez naquela noite de agosto depois de
Tanto penar
Maldito destino que armou leão e touro
De encontrar
Talvez aquela vodka virou minha cabeça que
Não quer mais voltar
Esperou próximo encontro transpirando e
Esperando um novo olhar
E talvez aquele clima "intelecto-démodé"
Ficou no ar
Depois de prosa, muita história, falsas glórias
Resolveram se pegar
Mas eu só sei que dentro desse devaneio de
Bolero e blá blá blá
A culpa toda foi da vodka, virou minha
Cabeça que não quer mais voltar
E ateou fogo e botou brasa na paixão
E teve que continuar...
"Mergulhos escuros são torturas rasantes
São formas de amores, são sobre os amores
De bar,
Que eu vou falar...
São sobre as dores, tensões, blá blá blá
Cantigas de noite, são vidas e frozens
Na cama redonda, o começo pra amar
São dores e cores, são flores, mais cores
A quem eu te posso guardar
E pensar que amar era só sofrimento e não é
Eu lamento quem pensa que é assim"
Vodka (Feat. Otto)
Tal vez en esa noche de agosto después de
Tanto penar
Maldito destino que armó león y toro
De encontrarse
Tal vez esa vodka me volvió la cabeza que
No quiere regresar
Esperó el próximo encuentro transpirando y
Esperando una nueva mirada
Y tal vez ese clima 'intelecto-démodé'
Quedó en el aire
Después de charla, muchas historias, falsas glorias
Decidieron engancharse
Pero solo sé que dentro de este devaneo de
Bolero y bla bla bla
La culpa fue toda de la vodka, me volvió la
Cabeza que no quiere regresar
Y prendió fuego y avivó la pasión
Y tuvo que continuar...
'Inmersiones oscuras son torturas rasantes
Son formas de amores, son sobre los amores
De bar,
Que voy a hablar...
Son sobre los dolores, tensiones, bla bla bla
Canciones de noche, son vidas y congelados
En la cama redonda, el comienzo para amar
Son dolores y colores, son flores, más colores
A quien te puedo guardar
Y pensar que amar era solo sufrimiento y no es
Lamento a quien piensa que es así'
Escrita por: Juliana Sinimbu / Otto