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Cajuína

Juliette

Cajuína

Existirmos: A que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina

Existirmos: A que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina

Existirmos: A que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina

Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos, intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina

Cajuína

Existir: ¿A qué será que nos destinamos?
Porque cuando me diste la rosa pequeñita
Vi que eres un hombre hermoso y que si acaso el destino
Del niño infeliz no se nos ilumina

Tampoco se nubla la lágrima nordestina
Solo la materia de la vida era tan fina
Y éramos mirarnos, retina intacta
La cajuína cristalina en Teresina

Existir: ¿A qué será que nos destinamos?
Porque cuando me diste la rosa pequeñita
Vi que eres un hombre hermoso y que si acaso el destino
Del niño infeliz no se nos ilumina

Tampoco se nubla la lágrima nordestina
Solo la materia de la vida era tan fina
Y éramos mirarnos, retina intacta
La cajuína cristalina en Teresina

Existir: ¿A qué será que nos destinamos?
Porque cuando me diste la rosa pequeñita
Vi que eres un hombre hermoso y que si acaso el destino
Del niño infeliz no se nos ilumina

Tampoco se nubla la lágrima nordestina
Solo la materia de la vida era tan fina
Y éramos mirarnos, retina intacta
La cajuína cristalina en Teresina

Escrita por: Caetano Veloso