Patricinha e o Cowboy
Você fala pra suas amigas que eu sou babaca
Que eu sou vacilão, cachorro vira lata, que a gente não tem nada a ver
Quando vai pra faculdade não quer que eu te levo
Se ligo reclama, você sai do sério, me humilha só pra me fazer sofrer
Mas quando é de madrugada, você sempre me liga querendo beijinho
Ai o trouxa aqui vira seu remedinho
No qual você precisa pra curar seu dodói
É comigo, que toda madrugada eu sei que você sonha
Mas sei que lá no fundo você tem vergonha
Você é patricinha eu sou só um cowboy
Mas no fim, você diz que me ama e diz que eu sou seu dono
Prefere morrer do que meu abandono
E chora toda vez que vê minha partida
O amor que você sonhou pra toda eternidade
Se longe de mim sente tanta saudade
Porque você me esconde assim da sua vida
Patricita y el Vaquero
Tú le dices a tus amigas que soy un idiota
Que soy un tonto, un perro callejero, que no tenemos nada en común
Cuando vas a la universidad no quieres que te lleve
Si te llamo te quejas, te pones furiosa, me humillas solo para hacerme sufrir
Pero cuando es de madrugada, siempre me llamas queriendo besitos
Y aquí el tonto se convierte en tu medicina
La que necesitas para curar tu dolor
Es conmigo, que cada madrugada sé que sueñas
Pero sé que en el fondo sientes vergüenza
Tú eres una patricita y yo solo un vaquero
Pero al final, dices que me amas y que soy tu dueño
Prefieres morir que ser abandonada por mí
Y lloras cada vez que me voy
El amor que soñaste para toda la eternidad
Si estás lejos de mí, sientes tanta añoranza
¿Por qué me escondes así de tu vida?
Escrita por: Júnior Balena / Tato Santa Fé