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El Regreso de Dinalva

Júlio Nascimento

A Volta da Dinalva

Hoje eu amanheci muito envocado, tirei o dia foi só para beber
Eu bebo uma, e bebo duas, e bebo três, o que a Dinalva me fez
Pois é com ela, que eu tenho que me entender
Eu fiz de tudo, para viver ao seu lado, de tão cauterado
E tudo isso, ela não quis, usou e abusou meu coração, me fazendo
Ingratidão, o nosso amor infeliz
Mesmo meu trabalho é forçado, um trabalho tranquilidado
Para construir mansões, e ela usando, de todo o meu dinheiro
Mas com um caminhoneiro, ela me fez a traição
Chifre não é defeito, o que a Dinalva tem me feito
Eu sou obrigado a aceitar, pois quando a gente ama alguém
Sofre tanto mais quer bem, e o melhor mesmo é perdoar
Depois que ela foi embora, a minha vida agora, é só beber e chorar
Eu posso até ser corno o ano inteiro, mas eu vou gastar dinheiro
Mas eu quero te encontrar
Dinalva, Dinalva onde estás?, você não é a Leidiane
Mas posso até que eu me engane, mas eu vou te perdoar

El Regreso de Dinalva

Hoy amanecí muy enojado, me tomé el día solo para beber
Yo tomo uno, y tomo dos, y tomo tres, lo que Dinalva me hizo
Porque con ella, tengo que arreglármelas
Hice todo para vivir a su lado, tan cautivado
Y todo eso, ella no quiso, usó y abusó de mi corazón, haciéndome
Ingratitud, nuestro amor infeliz
Incluso mi trabajo es forzado, un trabajo tranquilo
Para construir mansiones, y ella usando todo mi dinero
Pero con un camionero, me fue infiel
Cuernos no son un defecto, lo que Dinalva me ha hecho
Estoy obligado a aceptar, porque cuando uno ama a alguien
Sufre tanto pero quiere bien, y lo mejor es perdonar
Después de que se fue, mi vida ahora es solo beber y llorar
Puedo ser cornudo todo el año, pero voy a gastar dinero
Pero quiero encontrarte
Dinalva, Dinalva ¿dónde estás?, no eres Leidiane
Puede que me equivoque, pero te perdonaré

Escrita por: Benerval Silva