395px

La historia de un joven depresivo

Justiça Poética

A História de Um Jovem Depressivo

Mó frio de madrugada
Não tem como aguentar
Nessa estação
É so você pra me esquentar
Acendo meu back tragado todo doidão
Arrecen e 4: 20 e eu atirado no chão
Já pensei em me enforcar
Já pensei em me matar
Tô contando os segundos
Para me suicidar
Brigo o dia inteiro em casa
E ninguém do meu lado ainda
Tenho que escutar que sou incapacitado
Que sou imaturo
Que da minha cara cês tem nojo
Deu de falaçada se que vir tão vem no soco

Não paro e falo
Pra todos esses trouxa
Se ninguém vier me matar
Ninguém cala minha boca
Aquela mina que quebrou
Meu coração repartiu no meio
E depois jogou no chão
Infelizmente não digno do amor de Deus
Mas enquanto ele estiver comigo meu irmão
Sou mais eu, foi ai que se fudeu
Foi ai que se perdeu por que
Aonde minha segurança divina não me esqueceu
Eu tenho raiva e ódio guardado dentro de min
As vezes dou meu pulo e me faço de feliz
Mas escute meu irmão o que vou te falar
Se Deus não me condenou
Quem és tu pra me julgar

La historia de un joven depresivo

Hace mucho frío de madrugada
No hay forma de soportar
En esta estación
Eres tú quien me calienta
Enciendo mi porro fumado, bien loco
Son casi las 4:20 y estoy tirado en el suelo
He pensado en ahorcarme
He pensado en matarme
Estoy contando los segundos
Para suicidarme
Discuto todo el día en casa
Y nadie está a mi lado todavía
Tengo que escuchar que soy incapaz
Que soy inmaduro
Que les da asco mi cara
Ya basta de hablar, si quieres venir, ven y pelea

No me detengo y digo
A todos esos tontos
Si nadie viene a matarme
Nadie callará mi boca
Esa chica que rompió
Mi corazón lo partió en dos
Y luego lo tiró al suelo
Lamentablemente no soy digno del amor de Dios
Pero mientras él esté conmigo, hermano
Soy más yo, ahí es cuando todo se jodió
Ahí es cuando se perdió porque
Donde mi seguridad divina no me olvidó
Tengo rabia y odio guardados dentro de mí
A veces me hago el feliz
Pero escucha, hermano, lo que te voy a decir
Si Dios no me condenó
¿Quién eres tú para juzgarme?

Escrita por: Alex Mayer