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Cilindradas (part. Pedro Qualy)

Kant

Cilindradas (part. Pedro Qualy)

Sabe bem que eu não encosto com fake
Até porque fiz tudo que 'cês não fez e
Me olham com olhos a mira laser
Óbvio, completo com móbil, vroom
E saio de fazer, calma, baby, que eu sei que
Nós dois junto, o quarto ferve, sai mais fumaça do que um vape
Amor e um trailer
Hoje os meus trailers me compraram um foguete que me leva pra ver os Lakers (mil)
Cilindradas (frio), feeling, gata (frio), me engata
Hora da acelerada
Enterrando meu passado onde ninguém abre
Pensando nos raps enquanto entregava Rappi rápido
Moleque, cadê o meu cap?
Calma pra tu, se quiser um trap, tem até catálogo no app, aff, pronto
Pelo amor, vroom, ronco do motor
Bitch de Off-White
[?] Of wood, fúrias sobre duas rodas
Calma, amor

Invisível aos olhos da sociedade
Põe o capacete, agora é hora da verdade
Dono das estradas, ayy, dono da cidade
Vivo por essa sensação de liberdade
Invisível aos olhos da sociedade
Põe o capacete, agora é hora da verdade
Dono das estradas, ayy, dono da cidade
Vivo por essa sensação de liberdade

Overnight celebrity, me sinto twista
Tirando onda de Honda Twister
Não surfa nas minhas ruas
Isso não é pra turista
Vroom, vroom, partiu Helipa
Facilmente esse vento vou cortar
Ahn, quero ver pegar
Hora de flipar e eu flipo, digo
Rimo como Titto
Gosta de fibra, abrir o corredor sugiro
Viro o motoqueiro fantasma
Insiro o modo super moto
Vizinhos me alvejam de inveja, mas veja essa leva
E leva tudo que deseja pra quem te releva
Se atreva a andar com as suas próprias pernas
Apenas não seja digno de pena, um salve e tal
Sei que todo Natal esses mano depena
Só não vem de acelero que eu não dou trela e nem trena
Sou moleque de quebra, entenda
Na minha super moto não encosta nem tenta
Que eu tô na sintonia e jamais se esqueça, molhado não quebra

Invisível aos olhos da sociedade
Põe o capacete, agora é hora da verdade
Dono das estradas, ayy, dono da cidade
Vivo por essa sensação de liberdade
Invisível aos olhos da sociedade
Põe o capacete, agora é hora da verdade
Dono das estradas, ayy, dono da cidade
Vivo por essa sensação de liberdade

Cilindradas (part. Pedro Qualy)

Sabe bien que no me junto con falsos
Porque he hecho todo lo que ustedes no hicieron y
Me miran con ojos láser
Obvio, completo con móvil, vroom
Y salgo a hacer, tranquila, nena, que sé que
Los dos juntos, la habitación hierve, sale más humo que un vape
Amor y un remolque
Hoy mis remolques me compraron un cohete que me lleva a ver a los Lakers (mil)
Cilindradas (frío), feeling, gata (frío), me engancha
Hora de acelerar
Enterrando mi pasado donde nadie abre
Pensando en los raps mientras entregaba Rappi rápido
Chico, ¿dónde está mi gorra?
Tranquila para ti, si quieres un trap, hay hasta un catálogo en la app, listo
Por amor, vroom, rugido del motor
Chica de Off-White
[?] De madera, furias sobre dos ruedas
Tranquila, amor

Invisible a los ojos de la sociedad
Ponte el casco, ahora es hora de la verdad
Dueño de las carreteras, ayy, dueño de la ciudad
Vivo por esta sensación de libertad
Invisible a los ojos de la sociedad
Ponte el casco, ahora es hora de la verdad
Dueño de las carreteras, ayy, dueño de la ciudad
Vivo por esta sensación de libertad

Celebridad de la noche, me siento twista
Fardando con la Honda Twister
No surfees en mis calles
Esto no es para turistas
Vroom, vroom, partió a Helipa
Fácilmente este viento voy a cortar
Ah, quiero ver atrapar
Hora de flipar y yo flipo, digo
Rimo como Titto
Le gusta la fibra, abrir el corredor sugiero
Me convierto en el motociclista fantasma
Inserto el modo súper moto
Los vecinos me disparan de envidia, pero mira esta oleada
Y lleva todo lo que deseas para quien te ignora
Atrévete a caminar con tus propias piernas
Solo no seas digno de lástima, un saludo y tal
Sé que cada Navidad estos tipos despluman
Solo no vengas acelerando que no te doy cuerda ni cinta métrica
Soy un chico de ruptura, entiende
En mi súper moto no te acerques ni intentes
Porque estoy en sintonía y nunca olvides, mojado no se rompe

Invisible a los ojos de la sociedad
Ponte el casco, ahora es hora de la verdad
Dueño de las carreteras, ayy, dueño de la ciudad
Vivo por esta sensación de libertad
Invisible a los ojos de la sociedad
Ponte el casco, ahora es hora de la verdad
Dueño de las carreteras, ayy, dueño de la ciudad
Vivo por esta sensación de libertad