Incrédulo e sem razão
Eu negava o amor
Eu era um ser pagão
Negava sua existência
A sua benemerência
Mesmo a sua eficiência
Um pérfido de coração
Eu só cria, era na dor
Essa dor da existência
Que devora consciências
Mãe e irmã do desespero
Que nos leva ao pesadelo
De nos vender
A qualquer preço
Mas num dia casual
Veio você afinal
O meu mundo transformar
E a dor que eu cultivava
Mutilando meu coração
Devorando-me a razão
E empobrecendo-me a emoção
Sempre a me torturar
Por teu olhar, foi vencida
Dando vida a minha vida
Me vencendo afinal
E assim, que me sorristes
Com um olhar me seduzistes
E por fim me conduzistes
Ao teu corpo
Batismal
E na pira do teu fogo
Queimastes o velho eu
Fazendo surgir o novo
Batizado pelo amor
Nas águas férteis do teu gozo
E sendo novo ser que sou
Eu só vivo pra você, sou servo do teu amor
E na pira do teu fogo
Queimastes o velho eu
Fazendo surgir o novo
Batizado pelo amor
Nas águas férteis do teu gozo
E sendo novo ser que sou
Eu só vivo pra você, sou servo do teu amor
Mas num dia casual
Veio você afinal
O meu mundo transformar
E a dor que eu cultivava
Mutilando meu coração
Devorando-me a razão
E empobrecendo-me a emoção
Sempre a me torturar
Por teu olhar, foi vencida
Dando vida a minha vida
Me vencendo afinal
E assim, que me sorristes
Com um olhar me seduzistes
E por fim me conduzistes
Ao teu corpo
Batismal
E na pira do teu fogo
Queimastes o velho eu
Fazendo surgir o novo
Batizado pelo amor
Nas águas férteis do teu gozo
E sendo novo ser que sou
Eu só vivo pra você, sou servo do teu amor
E na pira do teu fogo
Queimastes o velho eu
Fazendo surgir o novo
Batizado pelo amor
Nas águas férteis do teu gozo
E sendo novo ser que sou
Eu só vivo pra você, sou servo do teu amor