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Narizinho do Papai

Kiko di Faria

Há tanto em mim, de você, que foi o meu primeiro amor
Eu sei que sou
Um tanto assim, o muito de você que por aqui ficou

Um amor tão inocente, manso, doce e gentil
Sempre a cuidar de forma quase maternal
Eu sei tão pouco, mas mesmo assim
Sei o bastante pra saber que você vive
E sempre viverá em mim

Pai, querido pai, que fez de mim o ser que sou
E sei que sempre me quis bem melhor
Pai, quanta saudade, eu, na verdade, sinto você tão presente
Mesmo não podendo te abraçar e te falar do meu amor
Pai, esteja onde estiver, hoje sou uma mulher
Mas serei eternamente
A narizinho do senhor

Pai, querido pai, que fez de mim o ser que sou
E sei que sempre me quis bem melhor
Pai, quanta saudade, eu, na verdade, sinto você tão presente
Mesmo não podendo te abraçar e te falar do meu amor
Pai, esteja onde estiver, hoje sou uma mulher
Mas serei eternamente
A narizinho do senhor

Como doeu, e de certo modo ainda dói, nossa separação
Nunca me esqueço daquele dia em que me destes a certeza
De que sou, preciosa pérola, filha amada
E fruto do teu amor

Pai, querido pai, que fez de mim o ser que sou
E sei que sempre me quis bem melhor
Pai, quanta saudade, eu, na verdade, sinto você tão presente
Mesmo não podendo te abraçar e te falar do meu amor
Pai, esteja onde estiver, hoje sou uma mulher
Mas serei eternamente
A narizinho do senhor

Pai, querido pai, que fez de mim o ser que sou
E sei que sempre me quis bem melhor
Pai, quanta saudade, eu na verdade, sinto você tão presente
Mesmo não podendo te abraçar e te falar do meu amor
Pai, esteja onde estiver, hoje sou uma mulher
Mas serei eternamente
A narizinho do senhor

Escrita por: Kiko di Faria