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Tempestade de Poesia

Kiko di Faria

Hoje eu dormi sonâmbulo
Num preâmbulo de chuva
Que qual estrela eclodia
No céu nublado de meu eu
Nesse lindo sono escândalo
O meu Sol tornou-se uva
Madurando em seus lábios vândalos

Nesse hiato de te sonhar
Vivo e morro ao relento
Abraçado ao seu olhar vento
Feito brisa a me soprar

Me falando sem palavras
Das doçuras de tuas águas
Tempestade de poesia
Nas quais vivo a me banhar

Excitados de voluptuosa poesia
Que inebriante entorpecia rasgando o véu
Tempestade de Poesia
Num dilúvio de beleza
Desvelando toda a grandeza
Desse Sol, sorriso seu

Estampando no infinito
O seu sorriso labirinto
Que me prende e deixa aflito
Que tornou bem mais bonito
O ato triste da espera
Espera por, teu ser!
Espera por você

Nesse hiato de te sonhar
Vivo e morro ao relento
Abraçado ao seu olhar vento
Feito brisa a me soprar

Me falando sem palavras
Das doçuras de tuas águas
Tempestade de poesia
Nas quais vivo a me banhar

Nesse hiato de te sonhar
Vivo e morro ao relento
Abraçado ao seu olhar vento
Feito brisa a me soprar

Me falando sem palavras
Das doçuras de tuas águas
Tempestade de poesia
Nas quais vivo a me banhar

Escrita por: Kiko di Faria