Tereza
Que para mundo, tanto falára, de nós
Perdeu a vida, de maneira tão atroz
Porque o rancho de um outro abandonou
Tristeza
Fincou morada aqui, dentro do meu peito
Pois nunca quis, que acabasse, desse jeito
Tudo que um dia, chamamos de, nosso amor
Você Tereza, me definiu: Posseiro do seu coração
Conforme o cantaram, em certa canção
Mas me esquecestes, partindo para o sertão
Deixastes tudo, a boemia, a orla, e os encantos do mar
E no sertão foi morar, encontrando o seu lugar, longe, lá no interior
Amando a todos, com seu coração gentil, não notou, nem se quer viu
As contradições do amor
Mas, ó Tereza!
O cantador, que a sua vida ceifou, em pouco tempo, veio a morrer de tristeza
Não mais cantou, e calou sua viola
A alegria foi se embora
E a ele nunca mais retornou
Hoje eu bem sei, chegando à tarde da vida
Que todo amor, é uma chegada e uma partida
E cada um, só pode dar mesmo o que tem
Ainda sonho com teus encantos Tereza!
Ouço o seu canto e sinto uma tristeza
E uma saudade a pungir meu coração
Porque tu fostes, a mais bonita
Das mulatas do terreiro
E conquistastes, sem querer
Ao mundo inteiro
Com seus encantos, já em forma de canção
Seu corpo belo, nu exposto e banhado pelo luar
Me enche sempre de saudade
E me faz cantarolar
Chamo seu nome, sonhando com seus carinhos
Acordo e estou sozinho
Nesse leito a te lembrar
Pois desde que partistes
Vivo a te desejar
Hoje eu bem sei, chegando à tarde da vida
Que todo amor, é uma chegada e uma partida
E cada um, só pode dar mesmo o que tem
Ainda sonho com teus encantos Tereza!
Ouço o seu canto e sinto uma tristeza
E uma saudade a pungir meu coração
Porque tu fostes, a mais bonita
Das mulatas do terreiro
E conquistastes, sem querer
Ao mundo inteiro
Com seus encantos, já em forma de canção
Seu corpo belo, nu exposto e banhado pelo luar
Me enche sempre de saudade
E me faz cantarolar
Chamo seu nome, sonhando com seus carinhos
Acordo e estou sozinho
Nesse leito a te lembrar
Pois desde que partistes
Vivo a te desejar