Nesse sertão de meu Deus
Ando só tocando boi
Machucado de saudade
De um amor que já se foi
Cada vez que eu me lembro
Daqueles olhos bonitos
O meu peito estremece
E eu pego a dar suspiros
Só ela quem poderia
Aquietar meu coração
Matar o que no meu peito
Arde e queima feito o chão
No braseiro incandescente
Da fogueira de São João
Mas desde que ela se foi
Minha vida é suspirar
Sôlto no meio dos gerais
Com o meu gado a lidar
Quando a paixão extravasa
E eu não posso aguentar
Sólto o grito no sertão
Pra poder me consolar
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar
Nesse sertão de meu Deus
Ando só tocando boi
Machucado de saudade
De um amor que já se foi
Cada vez que eu me lembro
Daqueles olhos bonitos
O meu peito estremece
E eu pego a dar suspiros
Só ela quem poderia
Aquietar meu coração
Matar o que no meu peito
Arde e queima feito o chão
No braseiro incandescente
Da fogueira de São João
Mas desde que ela se foi
Minha vida é suspirar
Sôlto no meio dos gerais
Com o meu gado a lidar
Quando a paixão extravasa
E eu não posso aguentar
Sólto o grito no sertão
Pra poder me consolar
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar
Sou vaqueiro solitário
Que doente de paixão
Vence a dor da solidão
Corta o vento a aboiar
Sou vaqueiro solitário, que não se cansa de amar!