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Seu corpo é franzino
Sua boca é carnuda
A noite ele passeia
Pelas vielas escuras
Atrás de um banquete
Com muitas picas duras
Seu bigode é de leite
A garganta é profunda
O Papapau
Não vai perdoar
Suga sua alma
Até tu secar
Escrita por: Kleberiano