Digno
É certo que não sou digno
De abrir os meus lábios para o seu nome pronunciar
Mas Cristo é digno
Dos meus joelhos no chão me entregando ao Pai
Meus próximos, cria eu, não são dignos
Do meu perdão e amor, ao ser magoado
Mas Cristo é digno
De que eu negue meu eu para o glorificar
Morreste para livrar-me
Do meu maior inimigo que sou eu
Do meu enganoso e corrupto coração
Me salvaste, pois sou teu
Que em minhas vestes caia seu sangue
Pra que suas vestes não sejam sujas com o meu
Morreste para livrar-me
Do meu maior inimigo que sou eu
Do meu enganoso e corrupto coração
Me salvaste, pois sou teu
Morreste para livrar-me
Do meu maior inimigo que sou eu
Não mais escravo e da condenação
Não tenho medo, pois Tu és meu
Digno
Es cierto que no soy digno
De abrir mis labios para pronunciar tu nombre
Pero Cristo es digno
De mis rodillas en el suelo, entregándome al Padre
Mis prójimos, créeme, no son dignos
De mi perdón y amor, al ser herido
Pero Cristo es digno
De que yo niegue mi yo para glorificarlo
Moriste para librarme
De mi mayor enemigo que soy yo
De mi engañoso y corrupto corazón
Me salvaste, pues soy tuyo
Que en mis vestiduras caiga tu sangre
Para que tus vestiduras no se ensucien con la mía
Moriste para librarme
De mi mayor enemigo que soy yo
De mi engañoso y corrupto corazón
Me salvaste, pues soy tuyo
Moriste para librarme
De mi mayor enemigo que soy yo
No más esclavo y de la condenación
No tengo miedo, pues Tú eres mío
Escrita por: Kennedy Souza