Musga do Ladraum
Eu tava parado, comendo requeijão
Quando de repente surgiu um ladrão
Ele perguntou onde era o banheiro
Então eu falei que não tinha dinheiro
Ele resolveu virar meu amigo,
Me ensinou a roubar e a coçar o umbigo
Logo perguntei se ele era da Austrália
Ele disse que fugiu da muralha
Não devemos temer os ladrões
Eles podem um dia te vender caminhões!
Ladrões têm cicatrizes, e jogam futebol
Quando se machucam eles passam Gelol
Eles usam armas, e quebram algemas
Suas identidades quase nunca são as mesmas
Um dia na cidade, eu fui assaltado
Então meu amigo ficou revoltado
Pegou um sabonete e atirou no assaltante
Nossa amizade quase acabou naquele instante
Ele era da família e logo se acertamos
Nunca discutimos com quem nós amamos
No universo existem pessoas muito legais
Só que as melhores aparecem nos jornais
Não devemos temer os ladrões
Eles tocam instrumentos, e até violões
Ladrões têm cicatrizes, e jogam futebol
Quando se machucam eles passam Gelol
Eles usam armas, e quebram algemas
Suas identidades quase nunca são as mesmas
Musga del Ladrón
Estaba parado, comiendo queso crema
Cuando de repente apareció un ladrón
Él preguntó dónde estaba el baño
Así que le dije que no tenía dinero
Decidió convertirse en mi amigo,
Me enseñó a robar y a rascarme el ombligo
Pronto le pregunté si era de Australia
Él dijo que escapó de la muralla
No debemos temer a los ladrones
¡Pueden un día venderte camiones!
Los ladrones tienen cicatrices, y juegan fútbol
Cuando se lastiman usan Gelol
Usan armas, y rompen esposas
Sus identidades casi nunca son las mismas
Un día en la ciudad, fui asaltado
Entonces mi amigo se enfureció
Tomó un jabón y lo lanzó al asaltante
Nuestra amistad casi termina en ese momento
Él era de la familia y pronto nos arreglamos
Nunca discutimos con quienes amamos
En el universo hay personas muy agradables
Pero las mejores aparecen en los periódicos
No debemos temer a los ladrones
Ellos tocan instrumentos, e incluso guitarras
Los ladrones tienen cicatrices, y juegan fútbol
Cuando se lastiman usan Gelol
Usan armas, y rompen esposas
Sus identidades casi nunca son las mismas
Escrita por: Japa / Sócrates