Fingir
Pra que fingir? Porque não acreditar?
Se tudo o que não temos, ainda podemos conquistar?
Não olhar pra trás, se arrepender, das coisas que não fiz e ainda posso fazer?
Pra que fugir, do que te faz do que te mostra ser incapaz?
Pensei que posso, te conquistar, ultimamente não paro de sonhar
Pra que fingir? Porque não acreditar?
Se tudo o que não temos, ainda podemos conquistar?
Não olhar pra trás, se arrepender, das coisas que não fiz e ainda posso fazer?
Pra que fugir, do que te faz do que te mostra ser incapaz?
Pensei que posso, te conquistar, ultimamente não paro de sonhar
De pensar, de acreditar, não posso parar
De sonhar, de pensar! De acreditar, que vou pode te conquistar!
Fingir
¿Para qué fingir? ¿Por qué no creer?
Si todo lo que no tenemos, aún lo podemos lograr?
No mirar hacia atrás, arrepentirme, de las cosas que no hice y aún puedo hacer.
¿Para qué huir, de lo que te hace, de lo que te muestra ser incapaz?
Pensé que puedo, conquistarte, últimamente no dejo de soñar.
¿Para qué fingir? ¿Por qué no creer?
Si todo lo que no tenemos, aún lo podemos lograr?
No mirar hacia atrás, arrepentirme, de las cosas que no hice y aún puedo hacer.
¿Para qué huir, de lo que te hace, de lo que te muestra ser incapaz?
Pensé que puedo, conquistarte, últimamente no dejo de soñar.
De pensar, de creer, no puedo parar.
De soñar, de pensar! De creer, que voy a poder conquistarte!
Escrita por: Juliana Santos, Felipe Passos, Eduardo Rangel, Cesinha Santana