Avulsos Além
Destravo a pausa e me liberto em movimentos
um tanto quanto preso eu escravo, eu desejo
em mergulhos de azia natural em demasia
todos querem mais que tudo, que tem
todos querem mais avulsos além.
Ser pleno, não ser tolo
em braços de abraços de cinzas
Seus apegos sem donos
angústias por fadas postiças.
Contínuo inconstante eu sigo,
simplificando motivos pra entender os risos que minto
hombridade, hombridade...
Ser pleno, não ser tolo
em braços de abraços de cinzas
Seus apegos sem donos
angústias por fadas postiças.
Atento, salvando o todo da vida.
Más Allá de lo Aleatorio
Destrabo la pausa y me libero en movimientos
un tanto atrapado, esclavo, deseo
en inmersiones de acidez natural en exceso
todos quieren más que todo, que hay
todos quieren más allá de lo aleatorio.
Ser pleno, no ser tonto
en brazos de abrazos de cenizas
Tus apegos sin dueños
angustias por hadas falsas.
Continuo inconstante sigo,
simplificando motivos para entender las risas que miento
hombría, hombría...
Ser pleno, no ser tonto
en brazos de abrazos de cenizas
Tus apegos sin dueños
angustias por hadas falsas.
Atento, salvando el todo de la vida.
Escrita por: Apoena Rezende / Glauber Benfica