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A Última Valsa

La Oreja de Van Gogh

El Último Vals

Como casi siempre
Cuando algo se muere
Nace la nostalgia
Buscando un corazón
Pero el mio es raro
Y aunque esté desordenado
Es impermeable al dolor

La felicidad es un maquillaje
De sonrisa amable
Desde que no estás

Siempre serás
Bienvenido a este lugar
A mi lista de obsesiones
De nombres a olvidar
Como recordarte, sin mirar atrás
Yo nunca olvidaré el último vals

Cuando todo acabe
Y el silencio hable
Sólo tus pupilas sabrán que fue verdad
Y entre los cristales
Pedacitos de esa tarde
Donde comenzamos a soñar

La felicidad es un maquillaje
De sonrisa amable
Desde que no estás

Siempre serás
Bienvenido a este lugar
A mi lista de obsesiones
De nombres a olvidar
Como recordarte, sin mirar atrás
Yo nunca olvidaré el último vals

Siempre serás
Bienvenido a este lugar
A mi lista de obsesiones
De nombres a olvidar
Como recordarte, sin mirar atrás
Yo nunca olvidaré el último vals

A Última Valsa

Como quase sempre
Quando algo morre
Nasce a nostalgia
Procurando um coração
Mas o meu é raro
E ainda que desordenado
É impermeável à dor

A felicidade é uma maquilhagem
De sorriso amável
Desde que não estás

Sempre serás
Bem-vindo a este lugar
À minha lista de obsessões
De nomes para esquecer
Como me lembrar de ti, sem olhar para trás
Nunca me esquecerei da última valsa

Quando tudo acabe
E o silêncio fale
Só as tuas pupilas saberão que foi verdade
E entre os cristais
Pedacinhos dessa tarde
Onde começámos a sonhar

A felicidade é uma maquilhagem
De sorriso amável
Desde que não estás

Sempre serás
Bem-vindo a este lugar
À minha lista de obsessões
De nomes para esquecer
Como me lembrar de ti, sem olhar para trás
Nunca me esquecerei da última valsa

Sempre serás
Bem-vindo a este lugar
À minha lista de obsessões
De nomes para esquecer
Como me lembrar de ti, sem olhar para trás
Nunca me esquecerei da última valsa

Escrita por: Pablo Benegas / Xabi San Martín