Imbalança
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Olhe o tombo da jangada nas ondas do mar
Olhe o tombo da jangada nas ondas do mar
Olha a palha do coqueiro quando o vento dá
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Pra você agüentar meu rojão
É preciso saber requebrar
Ter molejo nos pés e nas mãos
Ter no corpo o balanço do mar
Ser que nem carrapeta no chão
E virar folha seca no ar
Para quando escutar meu baião
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança, imbalança, imbalançar
Olha a palha do coqueiro...
Você tem que viver no sertão
Pra na rede aprender embalar
Aprender a bater no pilão
Ver relâmpago no mei dos trovão
Fazer cobra de fogo no ar
Para quando escutar meu baião
Imbalança, imbalança, imbalançar
Imbalança
Mira la paja del cocotero cuando el viento sopla
Observa la caída de la balsa en las olas del mar
Observa la caída de la balsa en las olas del mar
Mira la paja del cocotero cuando el viento sopla
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Para que puedas soportar mi ritmo
Debes saber menear
Tener flexibilidad en los pies y en las manos
Tener en el cuerpo el balance del mar
Ser como una peonza en el suelo
Y convertirte en hoja seca en el aire
Para cuando escuches mi baión
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Desbalance, desbalance, desbalancear
Mira la paja del cocotero...
Debes vivir en el sertón
Para aprender a mecer en la hamaca
Aprender a golpear en el mortero
Ver relámpagos en medio de los truenos
Hacer serpientes de fuego en el aire
Para cuando escuches mi baión
Desbalance, desbalance, desbalancear
Escrita por: Luiz Gonzaga / Zé Dantas