Cidadão Brasileiro
Seus postais são tão estranhos
Quase anônimos, me fazem desconcertar
Sua letra é esquisita, me deixa aflita
É difícil interpretar.
Ao mesmo tempo você chora e acaba rindo
Sem saber qual a razão
Seu cabelo é despenteado, meio de lado
É fora de padrão, ou não.
Refrão:
Você é aquela Maria, Isabel ou Sofia,
Que sai cedo pra trabalhar
Você é o feirante, o professor, um pedreiro
Cidadão brasileiro que ninguém vai derrubar.
As vezes pensa em algo novo, um jogo tolo
Feito só pra relaxar
Tem imaginação forte, muita coragem
Pra não parar de lutar.
Ciudadano Brasileño
Tus postales son tan extrañas
Casi anónimas, me desconciertan
Tu letra es rara, me pone ansiosa
Es difícil de interpretar.
Al mismo tiempo lloras y terminas riendo
Sin saber la razón
Tu cabello está despeinado, un poco de lado
Es fuera de lo común, ¿o no?
Coro:
Eres esa María, Isabel o Sofía,
Que sale temprano a trabajar
Eres el vendedor ambulante, el profesor, un albañil
Ciudadano brasileño que nadie derribará.
A veces piensas en algo nuevo, un juego tonto
Hecho solo para relajarse
Tienes una fuerte imaginación, mucha valentía
Para no dejar de luchar.
Escrita por: Helena Ramalho / Júlia Ramalho