Insônia
Escutando o silêncio que há no breu
Decifrando o que aconteceu
Eu perco o tempo
Me acompanham os loucos e normais
Todos passam por sensações iguais
Em algum momento
E me pergunto, dormir pra quê?
Pois lá no fundo eu sei, não vai resolver
Quantos passos há entre os nós e as mãos?
E se eu desatar, vai ser sim ou não
Mesmo sem gostar, devo assumir
Se o plano falhar, vou estar aqui (aqui)
É estranho olhar pra foto e não
Conseguir ver as coisas como são
Mas como deveriam ser
Num segundo a mente voa mais
Alcançando o que não sou capaz
De conceber
E me pergunto, dormir pra quê?
Pois lá no fundo eu sei, não vai resolver
Quantos passos há entre os nós e as mãos?
E se eu desatar, vai ser sim ou não
Mesmo sem gostar, devo assumir
Se o plano falhar, vou estar aqui
Quantos passos há entre os nós e as mãos?
E se eu desatar, vai ser sim ou não
Quando clarear e a dor sumir
Vou estar aqui (aqui)
Insomnio
Escuchando el silencio que hay en la oscuridad
Descifrando lo que sucedió
Pierdo el tiempo
Me acompañan los locos y normales
Todos experimentan sensaciones iguales
En algún momento
Y me pregunto, ¿dormir para qué?
Porque en el fondo sé que no resolverá
¿Cuántos pasos hay entre los nudos y las manos?
Y si desato, ¿será sí o no?
Aunque no me guste, debo aceptar
Si el plan falla, estaré aquí (aquí)
Es extraño mirar la foto y no
Poder ver las cosas como son
Sino como deberían ser
En un segundo la mente vuela más
Alcanzando lo que no soy capaz
De concebir
Y me pregunto, ¿dormir para qué?
Porque en el fondo sé que no resolverá
¿Cuántos pasos hay entre los nudos y las manos?
Y si desato, ¿será sí o no?
Aunque no me guste, debo aceptar
Si el plan falla, estaré aquí
¿Cuántos pasos hay entre los nudos y las manos?
Y si desato, ¿será sí o no?
Cuando aclare y el dolor desaparezca
Estaré aquí (aquí)
Escrita por: André Sigaud