Censuras Escondidas
Desculpe não vendar os olhos
Nem vender o meu silêncio
Uma vontade louca
De dizer tudo que penso
Mas, minha voz não alcança
Perdi a inocência
E a paciência não aguenta mais
Não espere nas calçadas
A multidão vai pelas ruas
Sem censuras escondidas
Não tranque as saídas
Cansei de tantos mitos
A justiça que nunca vi chegar
O que contar para os netos
Desse mundo de máscaras
Eu quero gritar
Chega de blá blá blá
Tanto papo furado
O que deu errado não dá pra voltar
Mas o amanhã ainda posso mudar
Não espere nas calçadas
A multidão vai pelas ruas
Sem censuras escondidas
Não tranque as saídas
Engula teu discurso
De teorias infundáveis
Não vai me convencer
Que são robôs alienáveis
Não cruzei os braços
Não pinto a cara de palhaço
Só quero a liberdade
Pra falar minha verdade
Não espere nas calçadas
A multidão vai pelas ruas
Sem censuras escondidas
Não tranque as saídas
Censuras Escondidas
Disculpa por no vendar mis ojos
Ni vender mi silencio
Un deseo loco
De decir todo lo que pienso
Pero mi voz no alcanza
Perdí la inocencia
Y la paciencia ya no aguanta más
No esperes en las aceras
La multitud va por las calles
Sin censuras escondidas
No cierres las salidas
Estoy cansado de tantos mitos
La justicia que nunca vi llegar
¿Qué contar a los nietos
De este mundo de máscaras?
Quiero gritar
Basta de bla bla bla
Tantas tonterías
Lo que salió mal no se puede deshacer
Pero aún puedo cambiar el mañana
No esperes en las aceras
La multitud va por las calles
Sin censuras escondidas
No cierres las salidas
Traga tu discurso
De teorías infundadas
No me vas a convencer
De que son robots alienables
No me quedé de brazos cruzados
No me pinto la cara de payaso
Solo quiero la libertad
Para decir mi verdad
No esperes en las aceras
La multitud va por las calles
Sin censuras escondidas
No cierres las salidas
Escrita por: Larianne Sierra Lah Sierra