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Ciência

Lamparina

Chego, paro, olho e penso
Na medida certa pro que eu quero
Não vi nada igual ou parecido
Larga tudo e vem morar comigo

Até num dado jogado em cima da mesa
A sorte chega à sua maneira
Um amuleto perdido não da certeza
Pura joia, mas nunca brilha

A luz do destino sabe, uma cigana leu na minha mão
Pedras, colares, as coisas do mundo mostram direção
A inteligência que vale não é a mesma de agora é artificial
E nosso amor, que é tão simples, configura tudo que é real

Chego, paro, olho e penso
Na medida certa pro que eu quero
Não vi nada igual ou parecido
Larga tudo e vem morar comigo
Larga tudo e vem morar comigo
Larga tudo e vem morar comigo

A luz do destino sabe, uma cigana leu na minha mão
Pedras, colares, as coisas do mundo mostram direção
A inteligência que vale não é a mesma de agora é artificial
E nosso amor, que é tão simples, configura tudo que é real

Chego, paro, olho e penso
Na medida certa pro que eu quero

Não vi nada igual ou parecido
Larga tudo e vem morar comigo
Chego, paro, olho e penso
Na medida certa pro que eu quero
Não vi nada igual ou parecido
Larga tudo e vem morar comigo
Larga tudo e vem morar comigo
Larga tudo e vem morar comigo

Escrita por: Arthur Delamarque, Marina Miglio