Violenta
Minha voz vai te ferir
Meu sorriso vai fazer você sangrar
Minha vida organizada
Fluindo bem
Será ácido por dentro
Te roendo, te engasgando e sufocando
Agonizará sozinho
Minha mágoa está virando pó
Minha força espinhos que espetam por ser
Quem merece sentir esse ódio é você
Minha violência é voz! Minha violência
Minha violência é arma de construção em massa
Idéias e ações
Gasto meu tempo e energia
Pensando em soluções
Pra crescer e seguir
Minha vingança está sendo ver
A sua decepção em não te atingir
Estou no controle
Equilíbrio, maturidade
Palavras disparadas vão direto no coração
Eu não sujo as minhas mãos
Teu sangue me contamina
Mancha a minha dignidade
Minha violência é voz
Minha violência
Violenta
Mi voz te herirá
Mi sonrisa te hará sangrar
Mi vida organizada
Fluyendo bien
Será ácido por dentro
Royéndote, ahogándote y sofocándote
Agonizarás solo
Mi resentimiento se está convirtiendo en polvo
Mi fuerza son espinas que pinchan por ser
Quien merece sentir este odio eres tú
¡Mi violencia es voz! Mi violencia
Mi violencia es un arma de construcción en masa
Ideas y acciones
Gasto mi tiempo y energía
Pensando en soluciones
Para crecer y seguir adelante
Mi venganza es ver
Tu decepción al no alcanzarte
Estoy en control
Equilibrio, madurez
Palabras disparadas van directo al corazón
No ensucio mis manos
Tu sangre me contamina
Mancha mi dignidad
Mi violencia es voz
Mi violencia
Escrita por: Larissa Luz / Pedro Itan