Luzes da Ribalta
Vidas que se acabam a sorrir
Luzes que se apagam nada maisé sonhar em vão,
tentar aos outros iludir
Se o que se foi pra nós não voltará jamais
Para que chorar o que passou
Lamentar perdidas ilusões
Se o ideal que sempre nos acalentou
Renascerá em outros corações
Luces de la ribalta
Vidas que terminan sonriendo
Luces que se apagan, nada más
Es soñar en vano,
intentar engañar a los demás
Si lo que se fue para nosotros nunca volverá
¿Por qué llorar lo que pasó?
Lamentar ilusiones perdidas
Si el ideal que siempre nos reconfortó
Renacerá en otros corazones
Escrita por: Antonio Almeida / C. Chaplin / João de Barro