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Dios al Mando

Lauriete

Deus No Comando

No imenso mar da vida
O meu barco vai
Açoitado sobre as ondas e os vendavais
No meio do mar revolto
Meu barco quase a naufragar
Clamo ao Senhor, vem acalmar o mar
Já cheguei até aqui
Não posso mais voltar
O Senhor não me chamou
Para nas margens navegar
Mais eu sinto minhas forças se esgotando
Não me deixe afundar

O vento sopra, o medo aperta
O mar se agiganta
O coração inquieta
Quando eu vejo as ondas
Invadindo o meu barco para me tragar
De repente eu vejo na proa do barco
O homem de branco, sereno e amado
Dizendo: Meu filho, não temas eu estou
No comando do barco

No comando deste teu barquinho estou
No comando sou teu Deus o teu Senhor
No comando eu acalmo o vento
E apaziguo o mar
No comando o teu porto seguro eu sou
No comando te asseguro eu estou
No comando te guardo na tormenta
E te faço chegar

Já cheguei até aqui
Não posso mais voltar
O Senhor não me chamou
Para nas margens navegar
Mais eu sinto minhas forças se esgotando
Não me deixe afundar

O vento sopra, o medo aperta
O mar se agiganta
O coração inquieta
Quando eu vejo as ondas
Invadindo o meu barco para me tragar
De repente eu vejo na proa do barco
O homem de branco, sereno e amado
Dizendo: Meu filho, não temas eu estou
No comando do barco

No comando deste teu barquinho estou
No comando sou teu Deus o teu Senhor
No comando eu acalmo o vento
E apaziguo o mar
No comando o teu porto seguro eu sou
No comando te asseguro eu estou
No comando te guardo na tormenta
E te faço chegar

No comando deste teu barquinho estou
No comando sou teu Deus o teu Senhor
No comando eu acalmo o vento
E apaziguo o mar
No comando o teu porto seguro eu sou
No comando te asseguro eu estou
No comando te guardo na tormenta
E te faço chegar

Dios al Mando

En el inmenso mar de la vida
Mi barco va
Azotado por las olas y los vendavales
En medio del mar revuelto
Mi barco casi naufraga
Clamo al Señor, ven a calmar el mar
Ya he llegado hasta aquí
No puedo retroceder
El Señor no me llamó
Para navegar en las orillas
Pero siento que mis fuerzas se agotan
No me dejes hundir

El viento sopla, el miedo aprieta
El mar se agiganta
El corazón se inquieta
Cuando veo las olas
Invadiendo mi barco para tragarme
De repente veo en la proa del barco
Al hombre de blanco, sereno y amado
Diciendo: Hijo mío, no temas, estoy
Al mando del barco

Al mando de tu barquita estoy
Al mando soy tu Dios, tu Señor
Al mando calmo el viento
Y apaciguo el mar
Al mando soy tu puerto seguro
Al mando te aseguro
Al mando te guardo en la tormenta
Y te hago llegar

Ya he llegado hasta aquí
No puedo retroceder
El Señor no me llamó
Para navegar en las orillas
Pero siento que mis fuerzas se agotan
No me dejes hundir

El viento sopla, el miedo aprieta
El mar se agiganta
El corazón se inquieta
Cuando veo las olas
Invadiendo mi barco para tragarme
De repente veo en la proa del barco
Al hombre de blanco, sereno y amado
Diciendo: Hijo mío, no temas, estoy
Al mando del barco

Al mando de tu barquita estoy
Al mando soy tu Dios, tu Señor
Al mando calmo el viento
Y apaciguo el mar
Al mando soy tu puerto seguro
Al mando te aseguro
Al mando te guardo en la tormenta
Y te hago llegar

Al mando de tu barquita estoy
Al mando soy tu Dios, tu Señor
Al mando calmo el viento
Y apaciguo el mar
Al mando soy tu puerto seguro
Al mando te aseguro
Al mando te guardo en la tormenta
Y te hago llegar

Escrita por: Silvado Almeida