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Ya no vale más

Leandro Matos

Ja Não Vale Mais

Será que eu poderia?
Será que eu deveria?
Nem pude repensar
Revés do advento
Subliminar

A certeza é ilusão
Mas me encheu de razão
Pra sermos nós
Atados ou livres
Simplesmente nós

No emaranhar das mãos
Nossa paz é fulgaz
E soltam-se os dedos
E os nossos apegos
Já não valem mais

Te acordar e fazer, do seu dia uma festa
Já não vale mais
Me deitar no amor, procurando o que resta
Já não vale mais
Já não valem lágrimas, que a cama desfaz
Já rasguei as páginas, não te quero mais
Já não valem lágrimas, que a cama desfaz
Já rasguei as páginas, não te quero mais

Ya no vale más

Será que podría?
Será que debería?
Ni siquiera pude reconsiderar
Revés del advenimiento
Subliminal

La certeza es una ilusión
Pero me llenó de razón
Para ser nosotros
Atados o libres
Simplemente nosotros

En el enredarse de las manos
Nuestra paz es fugaz
Y se sueltan los dedos
Y nuestros apegos
Ya no valen más

Despertarte y hacer de tu día una fiesta
Ya no vale más
Acostarme en el amor, buscando lo que queda
Ya no vale más
Ya no valen lágrimas, que la cama deshace
Ya rasgué las páginas, no te quiero más
Ya no valen lágrimas, que la cama deshace
Ya rasgué las páginas, no te quiero más

Escrita por: Inácio Reis / Leandro Matos