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Séptima canción

Leandro Pessoa

Sétima canção

Dizem que sou louco por eu ser assim
Tentar de tudo um pouco sem ter meio enfim
Mas nada do que eu faça tenha um conceito
Certo ou errado do que antes feito

Enquanto o dia vai nascendo devagar
A noite vai perdendo sempre o seu lugar
E o que você se engana e o que não percebe
É só mais uma rima que não se esquece

Nessa tua vida sem ter um porque
Vivendo sempre ao vento sem ter de sofrer
Você assim nasceu e assim você é
Pois só você decide o que você quer

E quando o tempo acabar
Você não pode explicar
Cada atitude que se fez
E só depende de vocês

O que você achar melhor
Cada idéia eu sei de cor
O show esta pra começar
E ninguém vai me segurar

Tudo o que um dia você esqueceu
É só mais uma idéia que não se perdeu
E o tempo não demora e sempre tem razão
Tu diz como ditado sem pedir perdão

Aos céus, ao teu invento que você criou
Num velho pensamento que não mais voou
pois quem não mais espera nunca por você
Não mais chega tão longe quanto podes crer

Séptima canción

Dícen que estoy loco por ser así
Intentar de todo un poco sin tener medio al fin
Pero nada de lo que haga tenga un concepto
Correcto o incorrecto de lo hecho antes

Mientras el día va amaneciendo lentamente
La noche va perdiendo siempre su lugar
Y lo que te engañas y lo que no percibes
Es solo otra rima que no se olvida

En esta vida tuya sin tener un porqué
Viviendo siempre al viento sin tener que sufrir
Así naciste y así eres
Pues solo tú decides lo que quieres

Y cuando el tiempo se acabe
No podrás explicar
Cada acto que se hizo
Y solo depende de ustedes

Lo que creas mejor
Cada idea la sé de memoria
El show está por comenzar
Y nadie me detendrá

Todo lo que un día olvidaste
Es solo otra idea que no se perdió
Y el tiempo no espera y siempre tiene razón
Tú dices como dicho sin pedir perdón

A los cielos, a tu invento que creaste
En un viejo pensamiento que ya no voló
Pues quien ya no espera nunca por ti
No llega tan lejos como puedes creer

Escrita por: Leandro Pessoa