Madrugada Paulista
Madrugada paulista
E estranhamente morna
E a janela sem vista
Cortina finge que adorna
São dois copos, dois leitos
E uma só pessoa
Muitos versos são feitos
E a razão não é à toa
É saudade desesperada
De uma intimidade
Que não há nessa madrugada
É saudade desesperada
De uma intimidade
Que não há nessa madrugada
Madrugada Paulista
Madrugada paulista
Y extrañamente cálida
Y la ventana sin vista
La cortina finge que adorna
Son dos copas, dos camas
Y una sola persona
Se escriben muchos versos
Y la razón no es en vano
Es una añoranza desesperada
De una intimidad
Que no existe en esta madrugada
Es una añoranza desesperada
De una intimidad
Que no existe en esta madrugada