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Atrapado

Leis do Avesso

Acossado

Rabisquei o seu rosto pra nunca mais te esquecer
Com linhas tortas de um amor confuso, com tudo o que eu nunca pude te dar
E quando olho pra mim, a solidão me tira .pra dançar

Não me diga que um doente é um homem são
Não me diga que um escravo é um homem livre, livre
Estamos tão livres quanto os condenados estão
A viver mais um dia se não

Fechei a boca e mesmo assim me afoguei
Nas poças d´água do meu coração
Dos temporais que vinham sem avisar
E eu não tinha como não me inundar
Das cicatrizes que colecionei
Refrigeradas no seu sangue frio, frio

Não me diga que um doente é um homem são
Não me diga que um escravo é um homem livre, livre
Estamos tão livres quanto os condenados estão
A viver mais um dia se não

Atrapado

Rasgué tu rostro para nunca más olvidarte
Con líneas torcidas de un amor confuso, con todo lo que nunca pude darte
Y cuando me miro, la soledad me invita a bailar

No me digas que un enfermo es un hombre cuerdo
No me digas que un esclavo es un hombre libre, libre
Estamos tan libres como los condenados
A vivir un día más, si acaso

Cerré la boca y aún así me ahogué
En los charcos de mi corazón
De las tormentas que llegaban sin avisar
Y no podía evitar inundarme
De las cicatrices que coleccioné
Refrigeradas en tu sangre fría, fría

No me digas que un enfermo es un hombre cuerdo
No me digas que un esclavo es un hombre libre, libre
Estamos tan libres como los condenados
A vivir un día más, si acaso

Escrita por: Leonardo Scholz