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De Todo un Poco

Lena Rios

De Tudo Um Pouco

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

Por isso que eu sei das crenças
Das festas de lá
De histórias sem fim
De muitas ladeiras cortando lugares
De todos os bares que sabem de mim

Sei das velhas igrejas
De muitas promessas no alto do Bonfim
Ando por passagens estreitas
Na largura do tempo, sou dono de mim

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

Trago a calma baiana dentro do peito
Sei dos trejeitos que a baiana tem
Sou forte no fraco
Fraco na zanga
Ser bamba é meu forte
Sou filho do samba

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

Por isso que eu sei das crenças
Das festas de lá
De histórias sem fim
De muitas ladeiras cortando lugares
De todos os bares que sabem de mim

Sei das velhas igrejas
De muitas promessas no alto do Bonfim
Ando por passagens estreitas
Na largura do tempo, sou dono de mim

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

Trago a calma baiana dentro do peito
Sei dos trejeitos que a baiana tem
Sou forte no fraco
Fraco na zanga
Ser bamba é meu forte
Sou filho do samba

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De tudo um pouco eu sei
O muito sei de mim
Nada sei de vocês

De Todo un Poco

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

Por eso que yo sé de las creencias
De las fiestas de allá
De historias sin fin
De muchas cuestas cortando lugares
De todos los bares que saben de mí

Sé de las viejas iglesias
De muchas promesas en lo alto del Bonfim
Ando por pasajes estrechos
En la amplitud del tiempo, soy dueño de mí

Traigo la calma bahiana dentro del pecho
Sé de los gestos que la bahiana tiene
Soy fuerte en lo débil
Débil en la ira
Ser bamba es mi fuerte
Soy hijo del samba

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

Por eso que yo sé de las creencias
De las fiestas de allá
De historias sin fin
De muchas cuestas cortando lugares
De todos los bares que saben de mí

Sé de las viejas iglesias
De muchas promesas en lo alto del Bonfim
Ando por pasajes estrechos
En la amplitud del tiempo, soy dueño de mí

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

Traigo la calma bahiana dentro del pecho
Sé de los gestos que la bahiana tiene
Soy fuerte en lo débil
Débil en la ira
Ser bamba es mi fuerte
Soy hijo del samba

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

De todo un poco yo sé
Lo mucho sé de mí
Nada sé de ustedes

Escrita por: Carlos Olímpio / Luiz Carlos