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Flores Marchitas

Leno e Lilian

Flores Mortas

No lugar onde, em criança, eu brincava e sonhava
Hoje tudo é feio e triste, nada existe pra sonhar
Por quê? Por que eu não sei

No lugar daquela árvore, onde escrevi seu nome
Corre agora uma avenida por onde você se foi

Por quê? Por quê?
Por que o amor se esconde entre a fumaça e ninguém vê?
E pouco a pouco as flores deixam de nascer

A ambição faz com que esqueçam quanto vale a natureza
E é de asfalto e de concreto que eles plantam seu jardim

Por quê? Por quê?
Por que o amor se esconde entre a fumaça e ninguém vê?
E pouco a pouco as flores deixam de nascer

Por quê? Por quê?
Por que o amor se esconde entre a fumaça e ninguém vê?
E pouco a pouco as flores deixam de nascer
E pouco a pouco as flores deixam de nascer
E pouco a pouco as flores deixam de nascer
E pouco a pouco as flores deixam de nascer

Flores Marchitas

En el lugar donde, de niño, jugaba y soñaba
Hoy todo es feo y triste, nada existe para soñar
¿Por qué? No lo sé

En el lugar de aquel árbol, donde escribí tu nombre
Ahora corre una avenida por donde te fuiste

¿Por qué? ¿Por qué?
¿Por qué el amor se esconde entre el humo y nadie ve?
Y poco a poco las flores dejan de nacer

La ambición hace que olviden cuánto vale la naturaleza
Y es de asfalto y concreto que siembran su jardín

¿Por qué? ¿Por qué?
¿Por qué el amor se esconde entre el humo y nadie ve?
Y poco a poco las flores dejan de nacer

¿Por qué? ¿Por qué?
¿Por qué el amor se esconde entre el humo y nadie ve?
Y poco a poco las flores dejan de nacer
Y poco a poco las flores dejan de nacer
Y poco a poco las flores dejan de nacer
Y poco a poco las flores dejan de nacer

Escrita por: Leno