Estranho
Você não me conhece
Nem sabe de onde eu venho
Você nem sabe
Os defeitos que eu tenho
Por que você me abraça
Por que você me beija
Se eu tenho a certeza
Que o seu coração não me deseja
Não chore, não quis lhe magoar
É que a vida que eu levo
Concede o direito de duvidar
Não convém punirmos nossos destinos
Seremos dois peregrinos
Mutuamente a se enganar
Seremos dois peregrinos
Mutuamente a se enganar
Extraño
Tú no me conoces
Ni sabes de dónde vengo
Tú ni siquiera sabes
Los defectos que tengo
¿Por qué me abrazas?
¿Por qué me besas?
Si tengo la certeza
De que tu corazón no me desea
No llores, no quise lastimarte
Es que la vida que llevo
Me da el derecho de dudar
No conviene castigar nuestros destinos
Seremos dos peregrinos
Engañándonos mutuamente
Seremos dos peregrinos
Engañándonos mutuamente
Escrita por: Cabeção / Osvaldo Nunes