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Nostalgia de Alguien

Leôncio e Leonel

Saudade de Alguém

Corrido

A lua vem com seu luar de prata
E vem clareando toda imensidão
Dói a saudade que eu tenho no peito
Que fere triste o meu coração.
Aquela ingrata me deixou sofrendo
Só padecendo sem consolação
Só seu retrato que eu tenho guardado
Recordo o passado, quanta ingratidão.

Eu já não toco mais em serenata
Emudeceu o eu violão
Não tem mais dama e nem batucada
Nas noites lindas de São João.
Os tamborins já não tocam mais
Ficou tão triste o meu sertão
E desde a hora que vim embora
Os meus olhos choram, mas não volto não.

Nostalgia de Alguien

Corrido

La luna viene con su luz plateada
Y va iluminando toda la inmensidad
Duele la nostalgia que tengo en el pecho
Que hiere triste mi corazón.
Esa ingrata me dejó sufriendo
Solo padeciendo sin consolación
Solo su retrato que guardo
Recuerdo el pasado, cuánta ingratitud.

Ya no toco más serenatas
Se ha callado mi guitarra
Ya no hay damas ni tambores
En las hermosas noches de San Juan.
Los tambores ya no suenan más
Mi sertón se ha entristecido tanto
Y desde que me fui
Mis ojos lloran, pero no vuelvo más.

Escrita por: Pedro Bento / Zé Da Estrada